Idade Moderna, Absolutismo e Iluminismo no ENEM
Questões resolvidas com gabarito comentado, teoria e dicas para o ENEM.
O que é Idade Moderna, Absolutismo e Iluminismo no ENEM?
Idade Moderna, Absolutismo e Iluminismo é um dos conteúdos cobrados na área de Ciências Humanas no ENEM. As questões sobre este tema geralmente exigem interpretação de situações do cotidiano, combinando conhecimento teórico com raciocínio lógico.
No ENEM, este conteúdo aparece integrado a textos, gráficos, tabelas ou situações-problema reais, exigindo que o candidato saiba aplicar o conhecimento, não apenas memorizá-lo.
Para ir bem neste subtema, é essencial revisar os conceitos fundamentais, praticar com questões de diferentes níveis de dificuldade e ler as explicações das questões erradas com atenção.
Questões de Idade Moderna, Absolutismo e Iluminismo com gabarito
Questão 1
Na França do século XVII, o rei Luís XIV concentrou em suas mãos todos os poderes do reino. Apoiado pela ideia de que o monarca recebia sua autoridade diretamente de Deus, ele controlava a administração, a justiça e o exército sem precisar consultar assembleias ou compartilhar decisões com a nobreza. O palácio de Versalhes tornou-se o centro da vida política e cortesã, e os nobres passaram a depender dos favores reais. A frase atribuída ao rei, 'o Estado sou eu', sintetiza a forma como a sociedade francesa daquele período organizava o poder. Nesse modelo, não havia limites institucionais à vontade do soberano, e a obediência dos súditos era apresentada como um dever religioso. Considerando o contexto histórico descrito e a maneira como o poder se concentrava na figura do rei, qual conceito político melhor define esse regime?
Gabarito: B. O absolutismo monárquico foi a forma de poder predominante na Europa moderna, em que o rei concentrava a autoridade legitimada pelo direito divino. Versalhes e a frase 'o Estado sou eu' simbolizam esse modelo, no qual a obediência era apresentada como dever religioso e não havia controle institucional sobre o soberano.
Questão 2
Durante a Idade Moderna, as monarquias europeias adotaram um conjunto de práticas econômicas voltadas a fortalecer o Estado e enriquecer o reino. Acreditava-se que a riqueza de um país se media pela quantidade de metais preciosos acumulados em seus cofres. Por isso, os governos estimulavam as exportações e dificultavam as importações, buscando manter uma balança comercial favorável, em que se vendia mais do que se comprava. A metrópole controlava de perto o comércio com suas colônias por meio do exclusivo, impedindo que elas negociassem livremente com outras nações. O Estado também concedia monopólios e protegia a produção interna. Esse conjunto de medidas sustentava a vida econômica e social das potências da época. Considerando as práticas econômicas descritas no contexto, que política econômica caracteriza esse período?
Gabarito: B. O mercantilismo foi a política econômica das monarquias modernas, marcada pelo metalismo, pela busca de superávit comercial e pelo controle estatal do comércio, incluindo o exclusivo colonial. Compreender esse modelo ajuda a entender como o Estado moderno e a exploração colonial estavam ligados à formação do capitalismo comercial.
Questão 3
Em 1517, o monge alemão Martinho Lutero divulgou um conjunto de teses em que criticava práticas da Igreja Católica, em especial a venda de indulgências, documentos que prometiam o perdão dos pecados em troca de dinheiro. Lutero defendia que a salvação dependia apenas da fé e da graça divina, e não da compra de favores ou de obras impostas pela instituição. Sustentava ainda que a Bíblia deveria ser acessível a todos os fiéis, e não apenas interpretada pelo clero. Suas ideias se espalharam com rapidez graças à imprensa e provocaram profundas mudanças religiosas na sociedade europeia, dando início a uma divisão dentro do cristianismo ocidental. Considerando o contexto e as ideias defendidas pelo monge alemão, que movimento histórico foi iniciado por essas críticas?
Gabarito: B. A Reforma Protestante, iniciada por Lutero em 1517, rompeu a unidade religiosa da Europa ocidental ao defender a salvação pela fé, a autoridade das Escrituras e a crítica às indulgências. Diferenciar a Reforma da Contrarreforma e do Renascimento evita confusões frequentes entre processos religiosos e culturais da Idade Moderna.
Dicas para Idade Moderna, Absolutismo e Iluminismo no ENEM
- 1Leia o enunciado com atenção — o ENEM sempre contextualiza Idade Moderna, Absolutismo e Iluminismo em situações do dia a dia.
- 2Identifique as palavras-chave da questão antes de analisar as alternativas.
- 3Elimine as alternativas claramente erradas para aumentar as chances de acerto.
- 4Revise os conceitos mais cobrados do subtema nos últimos 5 anos do ENEM.
- 5Pratique com questões de diferentes níveis: fácil, médio e difícil.
Perguntas frequentes
Idade Moderna, Absolutismo e Iluminismo cai no ENEM?
Sim, Idade Moderna, Absolutismo e Iluminismo é um dos conteúdos cobrados no ENEM dentro da área de Ciências Humanas. Costuma aparecer em questões contextualizadas que exigem interpretação e aplicação de conceitos.
Como estudar Idade Moderna, Absolutismo e Iluminismo para o ENEM?
Para dominar Idade Moderna, Absolutismo e Iluminismo no ENEM: (1) revise a teoria com foco nos conceitos mais cobrados, (2) resolva questões de anos anteriores, (3) identifique seus erros e revise os pontos fracos, (4) faça simulados cronometrados.
Qual a dificuldade de Idade Moderna, Absolutismo e Iluminismo no ENEM?
As questões de Idade Moderna, Absolutismo e Iluminismo no ENEM variam de fácil a difícil. A maioria exige interpretação de texto e aplicação de conceitos em situações cotidianas, não apenas memorização.
Quantas questões de Idade Moderna, Absolutismo e Iluminismo caem no ENEM?
O ENEM não divulga a distribuição exata por subtema, mas Idade Moderna, Absolutismo e Iluminismo costuma aparecer em 1 a 3 questões por edição dentro de Ciências Humanas.
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