Ditadura Militar e o Processo de Redemocratização no ENEM
Questões resolvidas com gabarito comentado, teoria e dicas para o ENEM.
O que é Ditadura Militar e o Processo de Redemocratização no ENEM?
Ditadura Militar e o Processo de Redemocratização é um dos conteúdos cobrados na área de Ciências Humanas no ENEM. As questões sobre este tema geralmente exigem interpretação de situações do cotidiano, combinando conhecimento teórico com raciocínio lógico.
No ENEM, este conteúdo aparece integrado a textos, gráficos, tabelas ou situações-problema reais, exigindo que o candidato saiba aplicar o conhecimento, não apenas memorizá-lo.
Para ir bem neste subtema, é essencial revisar os conceitos fundamentais, praticar com questões de diferentes níveis de dificuldade e ler as explicações das questões erradas com atenção.
Questões de Ditadura Militar e o Processo de Redemocratização com gabarito
Questão 1
No dia 31 de março de 1964, tropas militares saíram de Minas Gerais em direção ao Rio de Janeiro, e nos dias seguintes o presidente João Goulart deixou o país. Setores das Forças Armadas, apoiados por parte da imprensa, por empresários e por parcelas das classes médias urbanas, justificaram a ação afirmando que defendiam a sociedade brasileira contra a suposta ameaça comunista representada pelas reformas de base propostas pelo governo. Com a saída de Jango, o Congresso declarou vaga a presidência e teve início um regime que se estenderia até 1985, marcado pela presença de generais no comando do Estado. Esse acontecimento alterou profundamente a vida política e social do país durante mais de duas décadas. Considerando o contexto descrito, qual conceito histórico melhor define o evento de 1964 que afastou João Goulart do poder?
Gabarito: B. Chamar 1964 de golpe civil-militar evidencia que a quebra da legalidade contou com ampla participação de grupos civis, e não apenas dos militares. Reconhecer esse caráter ajuda a entender por que o regime obteve sustentação política e social em seus primeiros anos.
Questão 2
Em 13 de dezembro de 1968, o governo do general Costa e Silva editou o Ato Institucional nº 5, considerado o mais duro instrumento legal da ditadura militar brasileira. Por meio dele, o presidente passou a poder fechar o Congresso Nacional, cassar mandatos de parlamentares, suspender direitos políticos de qualquer cidadão e decretar o recesso de assembleias. O ato também suspendia a garantia do habeas corpus para crimes ditos contra a segurança nacional e reforçava a censura à imprensa e às manifestações culturais. Esse cenário aprofundou o controle do Estado sobre a sociedade e marcou o início dos chamados 'anos de chumbo', período de maior repressão política. Considerando o conteúdo descrito, qual foi a principal consequência imediata do AI-5 para a vida política do país?
Gabarito: B. O AI-5 funcionou como uma espécie de 'golpe dentro do golpe', suspendendo garantias que ainda restavam e abrindo caminho para a repressão dos anos de chumbo. Compreender seus efeitos mostra como regimes autoritários usam a própria legislação para legitimar a supressão de direitos.
Questão 3
Entre 1983 e 1984, milhões de brasileiros ocuparam praças e avenidas de cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte em comícios que reuniram artistas, políticos de oposição, sindicalistas e cidadãos comuns. As manifestações defendiam a aprovação de uma emenda constitucional, de autoria do deputado Dante de Oliveira, que restabeleceria a eleição direta para presidente da República, suprimida desde o golpe de 1964. Cartazes amarelos, palavras de ordem e a presença de grandes nomes da cultura transformaram aquele movimento social em uma das maiores mobilizações populares da história do país. A emenda, contudo, não obteve os votos necessários no Congresso. Considerando o contexto, qual era o objetivo central dessa mobilização que ficou conhecida como 'Diretas Já'?
Gabarito: B. A campanha das Diretas Já mostrou a força da mobilização social na transição democrática, mesmo sem aprovar a emenda. Reconhecer esse episódio ajuda a entender que a redemocratização foi resultado tanto da pressão popular nas ruas quanto da negociação entre as elites políticas.
Dicas para Ditadura Militar e o Processo de Redemocratização no ENEM
- 1Leia o enunciado com atenção — o ENEM sempre contextualiza Ditadura Militar e o Processo de Redemocratização em situações do dia a dia.
- 2Identifique as palavras-chave da questão antes de analisar as alternativas.
- 3Elimine as alternativas claramente erradas para aumentar as chances de acerto.
- 4Revise os conceitos mais cobrados do subtema nos últimos 5 anos do ENEM.
- 5Pratique com questões de diferentes níveis: fácil, médio e difícil.
Perguntas frequentes
Ditadura Militar e o Processo de Redemocratização cai no ENEM?
Sim, Ditadura Militar e o Processo de Redemocratização é um dos conteúdos cobrados no ENEM dentro da área de Ciências Humanas. Costuma aparecer em questões contextualizadas que exigem interpretação e aplicação de conceitos.
Como estudar Ditadura Militar e o Processo de Redemocratização para o ENEM?
Para dominar Ditadura Militar e o Processo de Redemocratização no ENEM: (1) revise a teoria com foco nos conceitos mais cobrados, (2) resolva questões de anos anteriores, (3) identifique seus erros e revise os pontos fracos, (4) faça simulados cronometrados.
Qual a dificuldade de Ditadura Militar e o Processo de Redemocratização no ENEM?
As questões de Ditadura Militar e o Processo de Redemocratização no ENEM variam de fácil a difícil. A maioria exige interpretação de texto e aplicação de conceitos em situações cotidianas, não apenas memorização.
Quantas questões de Ditadura Militar e o Processo de Redemocratização caem no ENEM?
O ENEM não divulga a distribuição exata por subtema, mas Ditadura Militar e o Processo de Redemocratização costuma aparecer em 1 a 3 questões por edição dentro de Ciências Humanas.
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