Gabarito comentado
Comparar pontos de vista exige identificar a tese de cada interlocutor e o modo como dialogam. O cyberbullying difere da crítica legítima por ser uma agressão intencional, repetida e voltada a humilhar, favorecida pelo anonimato e pelo alcance das redes; reconhecer essa distinção é central na leitura crítica do tema.
Resolução passo a passo
Os dois posts ocupam posições opostas: o influenciador minimiza o problema, tratando qualquer reação a ataques como fraqueza, enquanto a psicóloga separa crítica respeitosa de humilhação em massa e perseguição, lembrando que há uma pessoa real do outro lado. A reportagem reforça que o cyberbullying é agressão intencional e repetida, ampliada pelo anonimato. Depreende-se que a fala da psicóloga distingue crítica legítima de agressão, contrariando o influenciador. A primeira opção é falsa, já que as vozes divergem. A terceira contraria a matéria, que não iguala bullying a crítica comum. A quarta inverte a posição do influenciador, que diminui o problema. A quinta exagera a fala da psicóloga, que valoriza a crítica respeitosa, em vez de proibir toda crítica. Assim, ela distingue crítica de agressão.
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