Gabarito comentado
Transpor um texto para a norma culta significa preservar o conteúdo e trocar as marcas coloquiais — gírias, abreviações da fala, vocativos íntimos — por construções monitoradas e vocabulário preciso. Avaliar cada opção pela presença ou ausência dessas marcas é o caminho para identificar a reescrita adequada.
Resolução passo a passo
A reescrita formal deve eliminar gírias, vocativos íntimos e marcas da oralidade, substituindo-os por vocabulário preciso e construção monitorada, sem alterar o conteúdo. A primeira opção faz exatamente isso: usa o verbo 'solicito', nomeia os problemas com termos adequados ('superlotação', 'constantes atrasos', 'usuários do serviço') e mantém tom impessoal e institucional. A segunda mantém o vocativo coloquial 'galera' e tom informal. A terceira conserva 'tô', 'busão' e o apelo 'né, gente', típicos do registro coloquial. A quarta emprega expressões informais como 'caos total', 'uma zona' e 'se mexer', além de 'aí'. A quinta preserva 'tô passado', 'osso demais' e o tom de desabafo. Somente a primeira realiza a transposição correta para a norma culta, preservando o sentido do original.
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