Gabarito comentado
A camada de ozônio estratosférico protege a vida na Terra ao absorver a radiação ultravioleta solar. A destruição dessa camada pelos CFCs resultou em maior incidência de UV na superfície, elevando os casos de câncer de pele e catarata em regiões com buracos no ozônio, como a Antártida. O Protocolo de Montreal foi o acordo internacional que regulamentou a eliminação gradual dos CFCs.
Resolução passo a passo
O texto esclarece que a camada de ozônio absorve a radiação ultravioleta solar e que sua degradação permite que mais UV chegue à superfície terrestre. O excesso de radiação UV é amplamente reconhecido como causa de câncer de pele e catarata em seres humanos, tornando a terceira alternativa a resposta correta, pois descreve exatamente os riscos ligados ao enfraquecimento dessa camada. A primeira opção trata de doenças respiratórias causadas por SO₂ e NOx, gases da chuva ácida, que não têm relação com a radiação UV nem com o ozônio estratosférico. A segunda cita infecções bacterianas por água contaminada com metais pesados, um problema de poluição hídrica distinto do descrito. A quarta associa intoxicação alimentar por pesticidas ao aquecimento global, misturando temas sem conexão com a camada de ozônio. A quinta relaciona doenças cardiovasculares ao CO₂ nas cidades, fenômeno ligado à poluição do ar urbano e ao efeito estufa, e não à radiação UV. Portanto, o risco principal é o aumento de câncer de pele e catarata.
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